 |
|

IRMÃO
ARCADIO
GARCIA
IR. ARCÁDIO GARCIA ESGUEVA:
Nascido no dia 06 de
novembro de 1936 em Sotillo
de La Ribera, BURGOS,
Espanha.
Aos 12 anos, em 10 de
setembro de 1948, entrou no
Aspirantado dos Irmãos da
Sagrada Família em La Horra.
Iniciou o Postulantado no
ano de 1952 em La Aguilera.
E ainda no mesmo ano de 1952
iniciou o seu Postulantado
também em La Aguilera. Neste
mesmo lugar fez igualmente o
seu Noviciado, tendo
professado os primeiros
votos no Instituto dos
Irmãos da Sagrada Família no
dia 08 de setembro de 1953.
Realizado ainda ali o seu
Escolasticado. Em seguida
como jovem Irmão dedicou-se
ao ensino em sua terra natal
em diversas comunidades,
onde era solicitado pelos
seus superiores. Tendo
inclusive atuando por um
pequeno espaço de tempo na
formação do Aspirantado.
Três anos depois que os
Irmãos da Sagrada Família
haviam chegado ao Brasil, o
Ir. Arcádio chega ao nosso
país em 28 de outubro de
1966 em Marau.
A partir do ano 1967 seu
destino quase vitalício
seria a capital brasiliense,
recém fundada, onde ele
permaneceria até o ano de
2004. Sempre atuando na
educação cristã, sendo um
dos fundadores do atual
Centro Educacional Sagrada
Família, na capital Federal.
No ano de 2005, depois de
anos de dedicação esmerada e
desejando-lhe um pouco mais
de tranqüilidade, chega à
comunidade Santo Cura de Ars
de Ibema - PR. Onde em maio
de 2007 começa a sentir os
primeiros sintomas da doença
que o levaria a morte.
Falece serenamente na paz do
Senhor no dia 23 de julho,
às 3.00 horas da madrugada
no “Hospital da Cidade”, na
cidade de Passo Fundo. Seus
últimos momentos de vida
foram de grande serenidade
contando aos Irmãos que o
acompanhavam no leito de dor
os vários fatos que marcaram
sua vida desde a sua
infância em Sotillo até seus
últimos dias, repassando de
forma oral a sua
autobiografia. Entre os
assuntos que não podia
deixar de contar foram as
suas famosas pescarias e
caçadas nos rios do
centro-norte do Brasil onde
haviam alguns anos atrás
enquanto existiam ainda
grandes peixes nos rios
brasileiros.
Em Brasília, onde viveu a
maior parte da sua vida, as
pessoas (funcionários do
colégio, alunos, ex-alunos e
pais de alunos) o reconhecem
pela sua alegria,
espontaneidade e
cordialidade no trato com as
pessoas.
Com este seu jeito nazareno
de ser contagiou também as
pessoas de Ibema-Pr, onde
exercia a função de
professor de matemática e
aulas de catequese aos
sábados pela manhã. Quando
possível ajudava nas
celebrações litúrgicas na
paróquia local de Ibema.
O Ir. Arcádio foi sempre
fiel cumpridor do horário
comunitário. Dificilmente se
atrasava nas orações
comunitárias, como a reza do
ofício divino, da recitação
do terço e da leitura
espiritual. Quando os demais
membros da comunidade não
podiam participar destes
momentos comunitárias, ele
as rezava sozinho e dentro
do horário estabelecido com
tolerância de 05 minutos.
Tinha grandes dotes
culinários. Estava sempre
disposto a preparar as
refeições de fim de semana.
Quando, porventura outro o
preparava dava os seus
famosos conselhos fraternos
e com sorriso estampado no
rosto. Ficava feliz quando
ninguém se prontificava para
exercer as funções
culinárias.
Era de fato um grande Irmão
de Comunidade – um Irmão da
Sagrada Família. Amava a sua
vocação como um dom de Deus
a serviço da Comunidade.
Somos gratos a Deus pela sua
rica existência dedicada ao
serviço de Deus e dos
irmãos.
|
|
HOMENAGEM AO IR. ARCADIO
GARCIA
Em
nome
pessoal e de todos os Irmãos
da Província Nossa Senhora
de Loreto (Itália) quero
apresentar aos Irmãos da
Vice-Província Nossa Senhora
APARECIDA, nossos pêsames
fraternos por ocasião da
morte do querido Ir. Arcadio
GARCIA.
Durante o segundo encontro
das Fraternidades Nazarenas
em Valladolid, o Ir. Santos
Diez nos falou da saúde do
Ir. Arcadio. Recomendamos-lhe
também ao nosso Fundador nas
orações comunitárias.
Tendo vivido vários
encontros com o Ir. Arcádio
Garcia, tenho apreciado
sempre sua alegria, sua
disponibilidade, sua entrega
ao trabalho, seu amor aos
Irmãos e também seus
“sonhos” para com o futuro
de Ibema, onde o encontrei
na minha última visita que
realizei na Vice Província.
Quero neste momento dar
testemunho do seu grande
amor ao Instituto, seu amor
à Sagrada Família e ao
Fundador, sua fraterna
atenção para com todos os
Irmãos.
No nosso último encontro me
confiava com simplicidade
seu perfil espiritual do
Instituto:
A página do Evangelho que
sempre o animou tem sido:
"Não fostes vós que me
escolhestes; fui eu quem vos
escolhi e vos designei, para
dardes fruto e para que o
fruto permaneça. Assim, tudo
que pedirdes a meu Pai, em
meu nome, ele vos dará"
(Jn15,16). Depois de muitos
anos que vivo com os Irmãos
da Sagrada Família me
pergunto:
por que
sou eu todavia Irmão
enquanto muitos companheirs
se têm ido? A resposta
sempre é a mesma: “porque
sou Eu quem vos escolhi".
E a intimidade com
a Sagrada Família a
sintetiza assim:
“Invoco
a JMJ todos os dias,
sobretudo no trabalho. A
mina é uma devoção simples.
Mas posso asegurar que
levo-os em mina mente, em
meu coração, no meu atuar.
Desde a mais tienra idade
mina mãe me tem ensinado as
três invocações: “Jesus,
José e Maria, os dou o
coração e alma minha; etc".
Crescendo tenho aumentado
mina simpatía e confiança em
São José”.
E com o Fundador afirma que:
“
Não tenho duvidado nunca da
santidade do Ir. Gabriel e
me sustenta sua confiança em
Deus, sus força em superar
as dificuldades e sua
disponibilidade á vontade de
Deus. Estou pidindo-lhe com
insistência que nos consiga
vocações”.
Tinha o dom de boas relações
fraternas e com todo o
mundo. Um verdadeiro dom de
Deus às comunidades onde
viveu!
Que o Senhor continue
bendizendo a Vice-Província
Nossa Senhora Aparecida com
Irmãos como o Ir. Arcadio.
Que a Sagrada Família e o
Fundador o introduza na
alegría da casa do Pai.
(Ir. Lino Da Campo)
Superior Provincial
|
|
CARTA AL HERMANO ARCADIO
El 13 de julio se
celebraba en Sotillo de la
Ribera, peblo natal del H.
Arcadio, un
funeral por su eterno
descanso. El H. José María
Esgueva, nacido en la misma
localidad, al final del acto
religiosos se dirigía a los
asistentes con estas
palabras:
Querido Arcadio:
Se dirige a ti, como sabes,
un compañero de infancia
que, desde aquel 10 de
septiembre de 1948, ha
compartido contigo una misma
vocación que nos legara
Gabriel Taborin: la de
Hermanos de la Sagrada
Familia. Con ella Gabriel
nos regaló el don de poder
mirar este mundo con ojos
nazarenos y tú ¡qué bien lo
aprovechaste!
Desde entonces, aquel plan
de Dios se hizo en ti
proyecto de vida. Un
proyecto amasado en la
osadía, marcado en el
misterio. Un sueño que te
llevaría a buscar
periferias (Gavá, Madrid,
La Horra, Brasil) con
carencias que había que
sanar entre los niños y
jóvenes, los predilectos de
Jesús. En ello gastaste tus
mejores años y no te importó
dejar tu patria, tu lengua y
tu cultura.
Poco te importaba que con la
mirada puesta en la “Tierra
Prometida” tus pisadas se
hundieran en la arena del
desierto haciendo tu caminar
lento y dificultoso. Pero
nunca cediste al desánimo y
dabas muestras de estar
entusiasmado.
Aunque el tiempo es
inmisericorde y borra trazos
importantes de la vida,
difícilmente lo consigue del
todo y una mirada atenta a
tu rostro curtido por
tiempos prolongados de
bonanza o por el cierzo de
tramos adversos, hoy
descubre marcas permanentes
de vivencias intimas:
alegres unas, amasadas en la
monotonía y el dolor las
más.
Querido Arcadio; Aquí, entre
tus amigos, hay algunos
cazadores que saben cómo
seguir los rastros de la
presa que pretenden hacer
suya, pero sé que seguir las
huellas de Dios en las
personas e instituciones por
Él queridas, y tú lo has
sido, raya lo utópico. Pero
permítenos que hagamos un
alto en el camino y
contemplemos con simpatía,
admiración y religioso
respeto, la vida de hondo
calado que nos dejas.
Viviste en fidelidad una
espiritualidad nazarena que
no dudo en calificar de
heroica en su sencillez.
¡Cuántas veces en tus
vacaciones en el pueblo, sin
alardes has compartido
cercanía y amistad! Tu
carácter campechano y
bonachón te facilitaba las
cosas. En torno a un
“ribera” en el Pianillo, El
Paso o El Real, la
conversación corría fluida y
amena. ¡Qué orgullosos se
habrán sentido Anastasio y
Pilar, tus padres! ¡Qué
vacío dejas entre tus
hermanos, familiares y
amigos!
Querido amigos: Me
sorprendió cuando lo leí:
“Cuando un árbol se va del
patio de la casa familiar
deja un hueco de luz. Los
que se cobijaron a su sombra
o compartieron su presencia
rica en recuerdos lo echan
de menos y ese hueco del
cielo abierto lo vuelve a
hacer presente en cada
amanecer. Mirando por ese
hueco, nuestros ojos
tropiezan quizás con un
estrella lejana que se ha
quedado en el cielo,
náufraga de la noche que
ahora se vuelve día”
Querido Arcadio: También
esta noche asómate sonriente
en el firmamento de este
pueblo ribereño y bendice a
sus gentes, sotillanas y
sotillanos que entregados a
sus quehaceres y duros
trabajos te recuerdan con
cariño
|
História:
No final de 1963 os
primeiros Irmãos provenientes do Uruguai
chegam em Marau ( Estado do Rio Grande do
Sul). Em março de 1964 abrem nesta cidade a
Escola Gabriel Taborin. Depois transferem-se
para Vila Maria.
* Uma outra comunidade começa em Itapiranga (Estado de Santa
Catarina) em 1966 e em 1967 a Província da
Espanha envia Irmãos à Brasília. Em 1969
professam os primeiros Irmãos brasileiros.
* Em 1975 o setor Brasil é transformado em Vice-Província "Nossa
Senhora Aparecida". Dois anos depois é
criado o Noviciado de Passo Fundo (Rio
Grande do Sul) que será também sede
Provincial.
* Mais recentemente outras fundações foram realizadas em Ibema
(1982) e no Mato Groso inicialmente em
Campinápolis e depois em Água Boa.
Atualidade:
Os Irmãos procuram viver o espírito de família e a espiritualidade
nazarena encarnando-a na realidade do povo
brasileiro.
Em sintonia com a Igreja local procuram dar uma resposta à situação
do povo nas difíceis circunstâncias atuais.
As comunidades são inseridas em meios muito
diferentes entre si e há grandes distâncias
entre elas o que dificulta a comunicação.
|
* Marau
|
Fundada em 1964 |
Fundada em 1964, reaberta em 1993) "Escola
Gabriel Taborin". Ensino primário e
secundário (220 alunos) Casa de
formação juvenato. |
|
* Itapiranga |
Fundada em 1966 |
Casa de formação (juvenato).
Os Irmãos trabalham também na "Fundação
Educacional de Itapiranga" (FUNEI),
propriedade do município (140 alunos).
Ensino secundário em horário noturno. |
|
* Brasilia |
Fundada em 1967 |
"Centro Educacional Sagrada Família"
(1200 alunos) Ensino pré-escolar,
primário e secundário. |
|
* Passo Fundo
|
Fundada em 1976
|
Casa de formação (escolasticado).
Sede da Província. Acolhida de
grupos. |
|
* Ibema
: |
Fundada em 1982 |
Casa de formação.
Noviciado. |
|
* Agua Boa
|
Fundada em 1990 |
Comunidade com características
missionárias e de inserção em meio
pobre. Os Irmãos dirigem três
escolas primárias e colaboram na
pastoral da paróquia. |
Futuro:
Na linha do Projeto de vida do Instituto as orientações
que podem dar uma vitalidade ao nosso
carisma são:
* Viver nossa identidade religiosa a partir da experiência da
partilha da Palavra de Deus e da vida
comunitária;
* Ser profetas de esperança através de uma vida de simplicidade de
pobreza evangélica que leva à solidariedade
com os menos favorecidos e excluídos e a
luta
pela justiça;
* Uma atenção prioritária à pastoral das vocações e a formação em
todas as etapas;
* Partilhar a nossa espiritualidade com os leigos, oferecer o
testemunho de uma comunidade acolhedora e
aberta que crie fraternidade ao seu redor
com alegria;
* Inculturar o Evangelho tendo em conta sobretudo os jovens e os
pobres seguindo as indicações da Igreja.
|
|
1Mensagem
después da Reunião de Sigüenza
|
Aos Irmãos,
Fraternidades Nazarenas e leigos da família SAFA:
Aos pés do castelo senhorial que
domina a cidade medieval de Sigüenza, de estreitas e
empinadas ruas, nos reunimos os membros da Administração
Geral, Irmãos Provinciais e o Diretor do Centro de
Espiritualidade, presididos pelo Ir. Juan Andrés Martos,
Superior Geral. Entre os dias 06 a 14 de outubro,
acolheu-nos a Comunidade que foi casa de Noviciado, na
qual desfrutamos da solícita atenção dos Irmãos e das
belas paisagens de seu entorno.
Durante estes dias pudemos orar
juntos, refletir, partilhar informações e inquietudes
sobre a vida e a missão do Instituto em cada uma de
nossas Províncias. A comunicação e a escuta fortaleceram
em nós a comunhão e a co-responsabilidade.
Nas palavras de acolhida, o Ir.
Superior Geral nos tem recordado que a missão dos
Superiores e demais responsáveis há de orientar-se na
construção da comunidade de amor centrada na presença de
Cristo. Autoridade e obediência devem estar a serviço
das pessoas e da fraternidade. Isto exige muitas vezes
atitudes de humildade de valentia necessárias para
partilhar as fragilidades e fomentar a unidade entre
todos.
O motivo principal de nosso diálogo e
reflexões foi o Projeto de Vida do Instituto para este
sexênio dado pelo Capítulo Geral, que nos convida a
partir desde Nazaré para ser uma presença viva no mundo
de hoje: significativa, educadora, interpeladora e
co-responsável, que alude a uma maneira concreta de ser,
de estar e de atuar.
A presença que se nos pede hoje pode
ter distintos âmbitos de expressão: física, educadora,
apostólica e institucional. De qualquer modo deverá
criar espaços humanizadores e evangelizadores e tender a
inculturar o carisma. Os caminhos de humanização e
santidade marcam a direção à plenitude cristã.
Queremos ser presença significativa
vivendo agradecidos nossa vocação cristã e religiosa,
expressão da bondade do Pai que nos chamou para estar
com Ele e testemunhar seu amor a toda à criatura. Nosso
ser encontra sua plenitude na vida comunitária e nas
relações com os demais, oferecendo como testemunho o
“espírito de corpo e de família”.
Estamos convidados a ser presença
educadora que assuma as realidades culturais e a riqueza
pessoal. As diversas formas de encarnar o nosso carisma
em nossas Províncias expressam o rosto particular que
assume em cada país, região ou continente onde esteja
presente. A compaixão educativa que viveu o Venerável
Ir. Gabriel imprimiu à dinâmica da vocação o ministério
educativo com os rasgos de proximidade, simplicidade e
acompanhamento de todo o ser humano. Nossa vocação e
razão de ser, de Irmãos e leigos, é fazer de nossas
obras “escolas de humanização” à imagem de Nazaré.
Temos que ser uma presença
interpelante, na certeza de que nossa espiritualidade
nazarena, o espírito de família e a missão educadora e
evangelizadora seguem sendo atraentes e interpelantes.
Acima da motivação humana temos que descobrir o impulso
do Espírito que nos leva a viver uma vocação de serviço
e de entrega.
Valorizamos o crescimento de nossa
presença co-responsável entre Irmãos e leigos baseado na
confiança mútua e na consciência de nossa missão na
Igreja. O meio privilegiado para seguir crescendo na
missão partilhada será aprofundar a elaboração de
projetos comuns nascidos no calor do diálogo.
Temos dedicado tempo ao estudo do
“Manual de Espiritualidade”, do esquema da “História do
Instituto” e do Documento “Família Safa”. Trabalhos
sugeridos em resposta a uma necessidade que se
constatava no agir formativo e pastoral. Desejamos que
estes novos documentos que estão sendo preparados pelo
Centro de Espiritualidade, contribuam para o
crescimento, fortalecimento e amadurecimento de nossa fé
com sentido nazareno.
Com alegria, constatamos que o
Espírito segue alentando vida em nós. Alguns sinais são:
- Crescente espírito missionário
propiciado pelas fundações em lugares com nova presença
da Congregação. Isso tem suscitado iniciativas de
generosidade em nossas comunidades educativas.
- O interesse que desperta a figura e
o projeto do Venerável Ir. Gabriel. Os lugares que nos
falam de sua presença histórica e existencial, guardam
para nós especial significado por seu conteúdo simbólico
e educador.
- Um incipiente interesse pela
vocação do Irmão em alguns lugares, que alenta ilusões e
esperanças de futuro.
- Maior sentido de unidade e pertença
a uma única família religiosa que está levando a uma
maior co-responsabilidade e colaboração em nossas obras
dando os primeiros passos para a união de algumas
Províncias.
A convivência fraterna destes dias
esteve caracterizada pela simplicidade nas relações, a
disposição para o trabalho, à colaboração nas tarefas
domésticas e a boa vontade para superar às vezes com
sentido de humor, as limitações do idioma. Na oração
diária, os tivemos sempre presentes a vocês, Irmãos e
leigos, com quem partilhamos carisma e missão,
culminando cada jornada com a Eucaristia.
É nosso desejo seguir crescendo em
família sob o humilde teto de Nazaré, tendo a Cristo,
Palavra encarnada, como centro.
Irmãos do Conselho Geral e
Provinciais
Sigüenza, outubro 2008 |
|